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	<title>Democracia Real Brasil</title>
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	<description>Não somos mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros!</description>
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		<title>Genocídio dos Guarani-Kaiowá</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 13:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>B_indignado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Guarani-Kaiowá]]></category>

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		<description><![CDATA[Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil Nós (50 homens, 50 mulheres, 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, vimos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de despacho/ordem de nossa expulsão/despejo expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil</em></p>
<p>Nós (50 homens, 50 mulheres, 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, vimos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de despacho/ordem de nossa expulsão/despejo expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, em 29/09/2012.</p>
<p>Recebemos esta informação de que nós comunidades, logo seremos atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal de Navirai-MS. Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver na margem de um rio e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay.</p>
<p>Assim, entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio/extermínio histórico de povo indígena/nativo/autóctone do MS/Brasil, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça Brasileira.</p>
<p>A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas?? Para qual Justiça do Brasil?? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós. Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados 50 metros de rio Hovy onde já ocorreram 4 mortos, sendo 2 morreram por meio de suicídio, 2 morte em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas. Moramos na margem deste rio Hovy há mais de um (01) ano, estamos sem assistência nenhuma, isolada, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Tudo isso passamos dia-a-dia para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay.</p>
<p>De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs e avós, bisavôs e bisavós, ali estão o cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser morto e enterrado junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação/extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais.</p>
<p>Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal, Assim, é para decretar a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e para enterrar-nos todos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem morto e sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo de modo acelerado. Sabemos que seremos expulsas daqui da margem do rio pela justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo/indígena histórico, decidimos meramente em ser morto coletivamente aqui. Não temos outra opção, esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.</p>
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		<title>A &#8220;ASSOCIAÇÃO DEMOCRACIA REAL YA&#8221; NÃO É DEMOCRACIA REAL YA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 11:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Democracia Real Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

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		<description><![CDATA[A &#8220;ASSOCIAÇÃO DEMOCRACIA REAL YA&#8221; NO ES DEMOCRACIA REAL YA Diante da notícia publicada pela agência EFE, que foi repetida em muitos meios de comunicação, que afirma que &#8220;alguns impulsores do 15M, formam a Associação Democracia Real Ya&#8221;, queremos comunicar que esta decisão não representa mais que uma reduzida minoria e que Democracia Real Ya [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;ASSOCIAÇÃO DEMOCRACIA REAL YA&#8221; NO ES DEMOCRACIA REAL YA</p>
<p>Diante da notícia publicada pela agência EFE, que foi repetida em muitos meios de comunicação, que afirma que &#8220;alguns impulsores do 15M, formam a Associação Democracia Real Ya&#8221;, queremos comunicar que esta decisão não representa mais que uma reduzida minoria e que Democracia Real Ya não a assume como coletiva.</p>
<p>Alguns ativistas de DRY decidiram de forma ilegítima e unilateral constituir uma associação trás uma assembleia celebrada em Madrid nos dias 21 e 22 de abril. A convocatória dessa assembleia passou pelos mecanismos democráticos que regem nosso funcionamento interno e foi rechaçada por não contar com um quorum mínimo exigido pelos membros da plataforma, sendo por tanto suas conclusões, não vinculastes e nem legítimas.<br />
Por esse motivo a constituição de esta associação não é uma decisão tomada por nosso coletivo. E mais, na segunda assembleia estatal, celebrada em Málada no verão passado, foi consensuado que DRY não adotaria nenhuma forma jurídica já que isso contradiz nossos princípios. Decisão que foi ratificada posteriormente por todo o coletivo.</p>
<p>A margem de estes lamentáveis acontecimentos, queremos comunicar que seguimos acreditando em uma rede de pessoas coordenadas e sem líderes, que não pode e nem deve limitar-se aos limitados marcos do direito. É por isso que DRY seguirá funcionando como uma rede horizontal sem representantes, regendo-se pelos princípios originais com os quais se articulou há mais de um ano.</p>
<p>Ninguém pode apropriar-se de DRY por que DRY não é uma marca, DRY é uma ideia, uns valores, uns princípios e uns objetivos políticos e sociais com base na radicalidade democrática: uma democracia participativa, horizontal e direta, por uma democracia real ya!</p>
<p>Como há um ano, no #12M15M estaremos nas ruas.</p>
<p>#EsoNoEsDRY</p>
<p><a href="http://www.democraciarealya.es/blog/2012/04/22/la-asociacion-democracia-real-ya-no-es-democracia-real-ya/" target="_blank">http://www.democraciarealya.es/blog/2012/04/22/la-asociacion-democracia-real-ya-no-es-democracia-real-ya/</a></p>
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		<title>10 estratégias de manipulação através dos meios de comunicação de massa</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 19:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Democracia Real Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo foi extraído do blog do linguista Noam Chomsky, que elaborou a lista das &#8220;10 estratégias de manipulação através dos meios de comunicação de massa&#8221; A seguir veremos em que consistem as 10 estratégias de maneira detalhada, como influem na hora de manipular as massas, e em que são baseadas. 1. A estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo foi extraído do <a href="http://www.elblogdegerman.com/2011/02/11/las-10-estrategias-de-manipulacion-mediatica-noam-chomsky/" target="_blank">blog</a> do linguista Noam Chomsky, que elaborou a lista das &#8220;10 estratégias de manipulação através dos meios de comunicação de massa&#8221;</p>
<p>A seguir veremos em que consistem as 10 estratégias de maneira detalhada, como influem na hora de manipular as massas, e em que são baseadas.</p>
<p><strong>1. A estratégia da Distração:</strong><br />
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética. &#8220;Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais&#8221;</p>
<p><strong>2. Criar problemas e depois oferecer soluções.</strong><br />
Este método também é chamado &#8220;problema-reação-solução&#8221;. Se cria um problema, uma &#8220;situação&#8221; prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.</p>
<p><strong>3. A estratégia da gradualidade.</strong><br />
Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.</p>
<p><strong>4. A estratégia de diferir.</strong><br />
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como &#8220;dolorosa e necessária&#8221;, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais difícil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato.<br />
Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que &#8220;amanhã tudo irá melhorar&#8221; e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.</p>
<p><strong>5. Dirigir-se ao público como crianças.</strong><br />
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental. Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? &#8220;Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.&#8221;</p>
<p><strong>6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.</strong><br />
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.</p>
<p><strong>7. Manter o público na ignorância e na mediocridade.</strong><br />
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. &#8220;A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.</p>
<p><strong>8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.</strong><br />
Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.</p>
<p><strong>9. Reforçar a autoculpabilidade</strong><br />
Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há revolução!</p>
<p><strong>10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.</strong><br />
No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o &#8220;sistema&#8221; tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.</p>
<p>Assustador?</p>
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